- BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO EM OVOS E MEL
(BPFOM891020182018)

 


Local: Rua Marcílio Dias, 574 - Porto Alegre/RS
Investimento: R$ 399,00
Horário: 9h às 12h das 13h30 às 17h
Datas: 8 e 9 de outubro de 2018
Carga Horária: 14h/a (dois dias)


PÚBLICO ALVO

- Responsáveis Legais de empreendimentos que processam ovos e mel
- Responsáveis Técnicos por empreendimentos que processam ovos e mel
- Veterinários dos Serviços de Inspeção Municipal


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

- Legislação sanitária vigente quanto à implantação de BPF no no âmbito de entrepostos de ovos e casas de mel
- Detalhamento das BPF e POPs exigidos no âmbito de entrepostos de ovos e casas de mel
- Como elaborar e implantar Manual de BPF e POPS na indústria de alimentos
- Higiene e Segurança dos Alimentos
- BPF como medida preventiva para DTAs
- Conceitos de ovo fresco, ovo frigorificado, conservas de ovos, ovo integral
- Classificação do mel (origem, obtenção e processamento)
- Composição e requisitos de ovos e mel
- Tecnologias e processos para beneficiamento de ovos e mel
- Métodos de detecção de fraudes na fabricação de mel
- Ovoscopia
- Classificação e padrão de qualidade dos ovos para consumo interno e comércio internacional


OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

As Boas Práticas de Fabricação (BPF) são pré-requisitos para implantação de ferramentas da qualidade, tais como o APPCC, e visam assegurar a produção e distribuição de alimentos com qualidade e livres de contaminantes de natureza biológica, física ou química que venham a trazer dano à saúde do consumidor.
O curso se propõe a oportunizar atualização no conhecimento acerca das boas práticas de fabricação aplicadas ao processamento de ovos e mel, detalhando as suas formas de produção e obtenção, seus processos tecnológicos e legislação vigente.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

•Aprender a identificar, avaliar e prevenir os problemas que podem ocorrer no processo de produção de alimentos no âmbito da fabricação de ovos e mel;
•Conhecer as legislações aplicáveis aos processos de fabricação de alimentos, por exemplo, a Portaria 368/97;
• RTIQ aplicado ao mel e Portaria n. 01 (MAPA, 1990) sobre Normas Gerais sobre Inspecao de Ovos;
•Aprender como reduzir perdas e custos, através de controles aplicados a processos alimentares;
•Contribuir com o aumento da satisfação do cliente;
•Transmitir conhecimentos para os colaboradores influenciando a mudança de atitude e comportamento por meio de conscientização e aprendizado;
•Desenvolver habilidades para redução de erros operacionais (falhas humanas) em função da capacitação dos colaboradores;


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


HIGIENE E VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE ALIMENTOS. Autor: Pedro Manuel LealGermano - Maria Izabel Simões Germano, 5ª ed, 2015.

BRASIL. Ministério da Agricultura Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. 1997. Endereço eletrônico: www.agricultura.gov.br

DIAS, Juliane; HEREDIA, Luciana; UBARANA, Fernando; LOPES, Ellen. Implementação de Sistemas da Qualidade e Segurança dos Alimentos. Londrina: Midiograf II, 2010. ISBN 978-85-60591-37-4.

SISTEMA BRASILEIRO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL: LEGISLAÇÃO/ Ministério da Agricultura, Pecuário e Abastecimento. Secretaria de Defesa agropecuária. Brasília: MAPA/SDA, 2007. 142 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº. 326, de 30 de julho de 1997a. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação parra Estabelecimentos produtores/Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial [da] União, Brasília, 01 ago. 1997. Seção 1.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº. 368, de 04 de setembro de 1997b. Aprova o regulamento técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de boas práticas de fabricação para estabelecimentos/industrializadores de alimentos. Diário Oficial [da] União, Brasília, 8 set. 1997. Seção 1, p. 19697.
Programa Alimentos Seguros (PAS). SEBRAE/SP. Boas Práticas: O que são e o que fazer para aplicá-las. Fascículo 2, 3 e 4. 1ª Ed. 2004.