• Local: Rua Marcílio Dias, 574 - Porto Alegre/RS
    Investimento: R$ 219,00 para Prefeitura - R$ 329,00 para outros
    Data: 12 de março de 2018
    Horário: 9h às 12h das 13h30 às 17h
    Carga Horária: 7h/a


    OBJETIVOS:

    AUMENTAR A PRODUTIVIDADE DAS EQUIPES DE SAÚDE
    Qualificar secretários e secretárias de saúde, adjuntos, assessores de saúde, diretores e coordenadores dos departamentos de regulação, diretores e coordenadores dos departamentos de atenção à saúde e demais profissionais ligados aos departamentos de marcação de consultas e exames, bem como, profissionais ligados ao departamento ou setor de atenção básica objetivando o conhecimento e entendimento do funcionamento da regulação e organização dos encaminhamentos de usuários aos demais níveis de atenção;

    MELHORAR FLUXOS E PROCESSOS DE TRABALHO
    Analisar os fluxos e processos de trabalho dos setores de marcação de consultas e exames a fim de perceber as principais ações que podem ser adotadas para melhora destes processos objetivando a redução do absenteísmo e o aumento da equidade no acesso do usuário à continuidade do cuidado em saúde;

    HUMANIZAR O ATENDIMENTO E AUMENTAR A RESOLUTIVIDADE
    Identificar propostas de integração entre as ações da atenção básica com o departamento de regulação/marcação de consultas e exames com o propósito de reduzir o trânsito do usuário na rede em busca de atendimento.


    PÚBLICO ALVO:

    Secretários e secretárias de saúde, adjuntos, assessores de saúde, diretores e coordenadores dos departamentos de regulação, diretores e coordenadores dos departamentos de atenção à saúde e demais profissionais ligados aos departamentos de marcação de consultas e exames, bem como, profissionais ligados ao departamento ou setor de atenção básica.


    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

    1. O modelo de atenção à saúde no Brasil
    1.1 A transição demográfica acelerada;
    1.2 A tripla carga de doenças;
    1.3 A hegemonia do modelo de atenção aos agravos agudos;
    1.4 A ineficiência e a baixa qualidade dos serviços;
    1.5 As diferenças entre condições agudas e crônicas de saúde;
    2. As redes de atenção à saúde como estratégia de atenção às condições crônicas
    3. O que é regulação;
    4. O que é regulação em saúde;
    4.1 Aspectos legais e norteadores na regulação em saúde no Brasil;
    4.2 Princípios e diretrizes do SUS;
    4.3 Portaria GM/MS 1.559 de 1º de agosto de 2008;
    5. Sistemas de regulação;
    6. Protocolos do Telessaúde;
    7. Estratégias para descentralização das solicitações de consulta especializada e exames;
    7.1 Solicitação de encaminhamento nas unidades de saúde;
    7.2 Interoperação das ações de encaminhamento, acompanhamento e cuidado do usuário entre as equipes da atenção básica e as equipes de regulação e marcação de consultas e exames;
    8. A retenção de documentos originais dos pacientes para solicitação de atendimento especializado e ou realização de exames pelos trabalhadores de saúde: quais as implicações, responsabilidades, direitos e deveres dos trabalhadores e usuários neste processo;
    9. Redução do absenteísmo nos encaminhamentos para exames e consultas: ações que melhoram o fluxo de trabalho das equipes e como desenvolver e adotar protocolos que permitem o monitoramento e a avaliação da redução do absenteísmo;
    10. Redução do tempo de espera: ações que melhoram o fluxo de trabalho das equipes e como desenvolver e adotar protocolos que permitem o monitoramento e a avaliação da redução do tempo de espera;
    11. Gestão das agendas dos prestadores feita pelo gestor municipal local;
    11.1 Otimização do atendimento com foco no princípio da equidade;
    11.2 A responsabilidade e autonomia do gestor municipal junto aos prestadores de serviços em saúde contratualizados pelo SUS;

    MINISTRANTE: Lisiane Wasem Fagundes