• Local: Rua Marcílio Dias, 574 - Porto Alegre/RS
    Investimento: R$ 199,00 para Prefeitura - R$ 299,00 para outros
    Datas: 30 de maio de 2017
    Horários: das 9h às 17h
    Carga Horária: 7h/a

    PÚBLICO-ALVO:

    - Responsáveis Legais de empreendimentos que processam ovos e mel;
    - Responsáveis Técnicos por empreendimentos que processam ovos e mel;
    - Agentes de inspeção;
    - Técnicos de inspeção;
    - Auxiliar de inspeção e
    - demais ligados a área de inspeção

    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


    - Legislação sanitária vigente quanto à implantação de BPF no no âmbito de entrepostos de ovos e casas de mel
    - Detalhamento das BPF e POPs exigidos no âmbito de entrepostos de ovos e casas de mel
    - Como elaborar e implantar Manual de BPF e POPS na indústria de alimentos
    - Higiene e Segurança dos Alimentos
    - BPF como medida preventiva para DTAs
    - Conceitos de ovo fresco, ovo frigorificado, conservas de ovos, ovo integral
    - Classificação do mel (origem, obtenção e processamento)
    - Composição e requisitos de ovos e mel
    - Tecnologias e processos para beneficiamento de ovos e mel
    - Métodos de detecção de fraudes na fabricação de mel
    - Ovoscopia
    - Classificação e padrão de qualidade dos ovos para consumo interno e comércio internacional

    OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

    As Boas Práticas de Fabricação (BPF) são pré-requisitos para implantação de ferramentas da qualidade, tais como o APPCC, e visam assegurar a produção e distribuição de alimentos com qualidade e livres de contaminantes de natureza biológica, física ou química que venham a trazer dano à saúde do consumidor.
    O curso se propõe a oportunizar atualização no conhecimento acerca das boas práticas de fabricação aplicadas ao processamento de ovos e mel, detalhando as suas formas de produção e obtenção, seus processos tecnológicos e legislação vigente.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

    •Aprender a identificar, avaliar e prevenir os problemas que podem ocorrer no processo de produção de alimentos no âmbito da fabricação de ovos e mel;
    •Conhecer as legislações aplicáveis aos processos de fabricação de alimentos, por exemplo, a Portaria 368/97;
    • RTIQ aplicado ao mel e Portaria n. 01 (MAPA, 1990) sobre Normas Gerais sobre Inspecao de Ovos;
    •Aprender como reduzir perdas e custos, através de controles aplicados a processos alimentares;
    •Contribuir com o aumento da satisfação do cliente;
    •Transmitir conhecimentos para os colaboradores influenciando a mudança de atitude e comportamento por meio de conscientização e aprendizado;
    •Desenvolver habilidades para redução de erros operacionais (falhas humanas) em função da capacitação dos colaboradores;


    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


    HIGIENE E VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE ALIMENTOS. Autor: Pedro Manuel LealGermano - Maria Izabel Simões Germano, 5ª ed, 2015.

    BRASIL. Ministério da Agricultura Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. 1997. Endereço eletrônico: www.agricultura.gov.br

    DIAS, Juliane; HEREDIA, Luciana; UBARANA, Fernando; LOPES, Ellen. Implementação de Sistemas da Qualidade e Segurança dos Alimentos. Londrina: Midiograf II, 2010. ISBN 978-85-60591-37-4.

    SISTEMA BRASILEIRO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL: LEGISLAÇÃO/ Ministério da Agricultura, Pecuário e Abastecimento. Secretaria de Defesa agropecuária. Brasília: MAPA/SDA, 2007. 142 p.
    BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº. 326, de 30 de julho de 1997a. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação parra Estabelecimentos produtores/Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial [da] União, Brasília, 01 ago. 1997. Seção 1.
    BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº. 368, de 04 de setembro de 1997b. Aprova o regulamento técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de boas práticas de fabricação para estabelecimentos/industrializadores de alimentos. Diário Oficial [da] União, Brasília, 8 set. 1997. Seção 1, p. 19697.
    Programa Alimentos Seguros (PAS). SEBRAE/SP. Boas Práticas: O que são e o que fazer para aplicá-las. Fascículo 2, 3 e 4. 1ª Ed. 2004.

    Protocolo de BPF para producao de ovos - http://avisite.com.br/legislacao/anexos/protocolo_de_boas_praticas_de_producao_de_ovos.pdf

    Manual de Boas Práticas Apícolas - https://central3.to.gov.br/arquivo/221865/

    Manual Embrapa de Boas Práticas para colheira e beneficiamento do Mel - https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/66838/1/Doc78.pdf


    MINISTRANTE:
    Maluza Machado Feltrin, Técnico Superior Agropecuário e Florestal na Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul SDR-RS, Médica Veterinária - CRMV-RS 09877, Especialista em Vigilância Sanitária dos Alimentos e Mestranda em Inspeção de Alimentos de Origem Animal

  • Local: Rua Marcílio Dias, 574 - Porto Alegre/RS
    Investimento: R$ 199,00 para Prefeitura - R$ 299,00 para outros
    Data: 30 de maio de 2017
    Horário: 9h às 12h das 13h30 às 17h
    Carga Horária: 7h/a

    APRESENTAÇÃO: A questão ambiental é de inclusão obrigatória nas ações do Poder Público, como imposição legal e da necessidade de que o desenvolvimento econômico e social ocorra de forma sustentável. Essa obrigação decorre da própria Constituição, quando, no seu artigo 225, impõe tanto ao Poder Público, como à sociedade, o dever de atuar na defesa do meio ambiente. Uma das principais formas de participação é atuando como conselheiro no conselho de meio ambiente do município, de forma a promover o controle social e a participação da sociedade nas questões ambientais de interesse local.

    OBJETIVO: Capacitar tecnicamente os representantes dos órgãos públicos e da sociedade a realizar adequadamente a sua participação como conselheiro municipal de meio ambiente.

    PÚBLICO-ALVO: Atuais e futuros conselheiros de meio ambiente dos municípios.

    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
    1. INTRODUÇÃO
    - Conselhos municipais
    - Controle social e participação popular
    2. OBRIGATORIEDADE DO CONSELHO DE MEIO AMBIENTE
    - A questão ambiental no Município
    - A formação do órgão ambiental
    - Base legal
    - Principais atividades do Município: licenciamento e fiscalização ambiental
    3. CARACTERÍSTICAS DO CONSELHO DE MEIO AMBIENTE
    - Lei de criação
    - Regimento interno
    - Composição
    -Atribuições
    - Atuação no licenciamento ambiental
    - Atuação em grau de recurso de infrações ambientais
    - Elaboração de resoluções

    Ministrantes: ALEXANDRE BURMANN, Advogado, Professor, Membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB.RS, Pós-Graduado em Direito Ambiental, Mestre em Avaliação de Impactos Ambientais.